

Olá, pessoal!


O Viajante
texto de Joelmir Beting
Se beber não dirija. Nem governe.
Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens
ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem
contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...
Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo
Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.
Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos
984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.
Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da
tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do
Planalto.
Governar ou despachar, nem pensar.
A ordem é circular. A qualquer pretexto.
E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi)
chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.
Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático
mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para
estudar, que dirá para trabalhar.
SEM CONTAR AS DESPESAS:
FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.
LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS
IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA
E o povão ainda aplaude e vota!


Segunda feira a noite eu estava assistindo o programa do Gabriel Chalita, mas quem estava apresentando nesse dia era o Dunga e tive grande honra de conhecer o Tritono Blues.
O TRITONO BLUES nasceu em 2006 reunindo três grandes músicos do cenário blues paulistanos.
Bruno Sant’ana, grande cantor de Blues, além de percussionista e gaitista é líder da Bruno Sant’ana Band e também integrante de Blues Rock Blindog com 2 cds lançados.
André Youssef, pianista e organista, que acompanha grandes nomes do blues nacional e internacional. Atualmente também integrante da bada de Nasi (ex IRA).
André Carlini, gaiitista de estilo inconfundível, líder da banda de funk-groove-jazz Lado Black e coordenador da pasta de harmônica da EM&T (Escola de Música e Tecnologia). Com uma formação pouco convencional quem assiti o trio ao vivo, tem-se a nítida impressão de ouvir uma banda completa.
Sant’ana além de cantor, faz os cajons soarem como uma bateria. Completando a cozinha, Youssef além do piano, faz simultaneamente os baixos na mão esquerda e Carlini leva a gaita a outro nível, simulando linhas de metais ou riffs de guitarra.
No repertório, além dos clássicos do Blues e da Soul Music, com versões de Ray Charles, BB King, Muddy Waters, Otis Reding, exploram versões de Clássicos do Rock, Pop e Bossa Nova, fundindo esses gêneros com a linguagem blues. É possível ouvir Tim Maia, James Brown, Jair Rodrigues e Lulu Santos em uma só música.
Deixo pra vocês um vídeo dessa magnífica banda!!!
Beijo e até a próxima!!!

Esses dias me aconteceu um fato muito inesperado...
E o inesperado nos pega de surpresa...
Não posso falar que foi uma boa surpresa, pois me fez passar por uma situação nunca vivida antes e com uma sensação não muito agradável. Mas, tenho comigo que de tudo que nos acontece, devemos tirar um bom proveito. E fiquei o final de semana inteiro pensando no significado de PALAVRA e sua importância na nossa comunicação.
Busquei no Aurélio o significado de PALAVRA: vocábulo provido de significação, faculdade natural de falar, oração, discurso, pregação, doutrina.
COMUNICAÇÃO: ação de comunicar, estar em comunicação com alguém. Comunicação é a troca de informações, idéias e sentimentos. Processo que mantém os indivíduos em contato permanente e em todas as circunstâncias, propiciando a interação.
Em seguida fiquei refletindo sobre a importância da palavra de ser bem colocada no discurso e a importância do bom recebimento da palavra pela outra pessoa.
Fiquei analisando que muitas vezes somos vítimas das palavras mal ditas. Não são poucas as vezes que elas chegam até os nossos ouvidos. Uma palavra pode ser mal dita pelo conteúdo que ela tem ou pela forma que ela foi colocada. Não adianta nada falar as coisas com braveza, creio que falta muita musicalidade na colocação das palavras. Seremos muito mais bem entendidos se buscarmos uma música suave para colocarmos a palavra dura.
Muitas vezes, o que a gente faz de errado não é o que a gente diz, mas é como a gente diz, é a falta de musicalidade na hora da fala. Muitas vezes nos perdemos na pressa, na raiva, na ira. Infelizmente, perdemos a razão quando ficamos bravos, perdemos a ternura quando nos irritamos, isso porque a ira nos rouba a sabedoria e nesse momento não colocamos a musicalidade que é necessária para a boa comunicação. A palavra pode ser dura, mas a forma de se falar deve ter ternura.
É na palavra que a comunicação se realiza, mas é no silencio que ela se completa, pois somente através do silêncio que a compreensão se concretiza.
Há muitos momentos da vida em que o silêncio é a resposta mais sábia que nós podemos dar a alguém. Na pressa de falar, corremos o risco de dizer o que não queremos e diante de tudo o que foi dito, nem sempre temos a possibilidade de consertar o erro.
Palavras erradas costumam machucar pelo resto da vida, já o silêncio certo possui o dom de consertar. Por isso, prepara bem a palavra que será dita. Palavras apressadas não combinam com sabedoria.
Na nossa comunicação cotidiana, a má comunicação sempre acontece. Dizemos e não somos compreendidos. Diante desse impasse duas realidades são possíveis: ou alguém disse com pressa ou alguém escutou sem atenção. Dizer e ouvir requerem silêncio. Só diz bem, aquele que pensou antes no que iria dizer e ouvi melhor aquele que se calou para escutar.
Por isso, nesse tempo de palavras muitas, queiramos a beleza dos silêncios poucos!
Eu acredito que a vida só tem sentido quando conseguimos de verdade tocar o coração das pessoas. Precisamos compreender o outro a partir de seus limites e dos nossos também. Precisamos ter um coração sem cercas para que possamos enxergar a beleza da vida. E conseguimos isso somente através do amor!
Em minha caminhada, tenho visto muita gente com necessidade de ser tocada de uma maneira especial e para tocarmos essas pessoas, precisamos estar empenhados na construção de um mundo melhor, mais fraterno, mais verdadeiro.
Vejo que o mal cresce de forma rápida pelo mundo e se isso acontece é em função de nossas escolhas. A toda hora nos deparamos com o mal. Fico vendo como as pessoas se destroem, como elas articulam a queda de outras pessoas pelo simples prazer de não as verem crescendo, avançando e se prevalecendo. As pessoas falam o que não sabem, não usam da verdade, inventam, caluniam e deixa o outro em pedaços. E me pergunto: como podemos vencer esse mal espalhado no ar? Acredito que se existe o mal, com certeza o bem também existe. E vai prevalecer em você o que você deixar crescer dentro do seu coração.
Outro dia eu estava conversando com um candidato a deputado federal e eu fui bem firme com ele ao dizer que não acreditava mais na política verdadeira, sem máscaras, sem que os interesses próprios fossem maiores que o do coletivo. Ele, dentro do seu direito, me disse que ainda acreditava sim. Com todo respeito, deixo claro o meu descrédito: como somos seres humanos, com defeitos e qualidades, com a existência do bem e do mal, quem não é de bem é corrompido por pouca coisa e quando menos percebe, se encontra num emaranhado que dificilmente sai de lá. As pessoas, infelizmente, se vendem e compram com uma naturalidade tamanha que fica difícil até de acreditar. Elas esquecem que aqui tudo é passageiro e que estamos dentro de uma roda gigante, hora lá em cima e hora lá embaixo. Quisera eu, candidato amigo, poder ver somente o lado bom das pessoas. Acho que a dificuldade maior nem está tanto em enxergar essa bondade, mas sim nas pessoas mostrarem esse lado que tão escondido está.
Acredito que a pessoa pode estar cheio de boas intenções, mas infelizmente, ele pode se contaminar pelo mal que anda por ai. Estamos mais que nunca precisando de políticos do bem, de boas intenções e concretização dessas intenções, nada de muita promessa e sim de muitos afazeres. Não os vejo compreendendo os limites e necessidades da população e nem com um coração sem cercas, muito pelo contrário, sem nenhum comprometimento com a construção de um mundo melhor.
Mas, preciso que minha descrença seja vencida pelas pessoas de boa vontade, preciso ver algo novo, preciso ver o bem vencendo o mal e só consegue fazer isso quando há amor pelas pessoas, pelo que se faz. Só o amor nos possibilita viver com estes contrários, pois quem ama não vai embora, fica para viver junto ao que ama.
Espero que você tenha amor pela política verdadeira, pela população que tão carente se encontra de amor. Espero que você seja vigilante, que tenha consciência de todo o processo que é tão importante quanto chegar ao fim e que compreenda qual o verdadeiro sentido da sua missão ao escolher ocupar um cargo tão importante. Ao se candidatar, você reacende a esperança de cada eleitor que dá um sim não para você enquanto cidadão, mas um sim para dias melhores na política e na vida de cada um de nós. Sucesso e muito amor em seu coração!
Tirando um ou outro time, um ou outro jogo, a verdade é que a Copa não está sendo um grande espetáculo. É como se fosse um campeonato só de Bragantinos, times esforçados mas sem muito brilho, que até podem chegar a uma final de campeonato, mas não empolgam.
Temos Bragantinováquias, Bragantinovênias, Braganterras, Bragantálias, Bragantinos do Norte e do Sul. Todas as seleções jogam muito parecido. Se trocassem o uniforme da maioria delas, não saberíamos quem é quem.
Nem os africanos escaparam. Numa tentativa de acelerar seu desenvolvimento, eles chamaram técnicos estrangeiros e moldaram seu futebol à europeia. Acabaram perdendo o que tinham e não encantam mais. Viraram Bragantinos do Marfim, Bragantarões, Bragangérias.
Isso acontece em grande parte porque não há tanto talento no mundo quanto se espera, mas também por medo. O Brasil, por exemplo, poderia escapar do esquema tático bragantino, mas optou por segui-lo fielmente. E assim, em menor escala, com outras seleções.
A esperança é que na próxima fase, com a obrigação da vitória, as equipes se lancem mais à frente, ousem mais. Porém, pode acontecer exatamente o contrário. Vai ser a luta entre o medo e a esperança, entre o não perder e o ganhar.
Talvez estes tempos sejam meio medrosos mesmo. Não há utopias sociais, não há grandes revoluções morais, nem nada. Talvez estejamos num tempo em que mais se quer não perder do que vencer.
Todos nós somos diferentes fisicamente, emocional e até mesmo espiritualmente. Isso ninguém pode negar. Mas, muitos não sabem entender e nem aceitar essas diferenças. Você pode morar no mesmo bairro, na mesma cidade, vir da mesma família e ter o mesmo sobrenome, isso não vai significar todas as semelhanças entre vocês. Podem ser até parecidos, mas nunca iguais.
Mas a beleza da vida está justamente nas diferenças. Já imaginou todo mundo gostando da mesma cor ou da mesma coisa? Não teria graça alguma...
Quando eu escrevo sobre as diferenças é porque elas existem e precisamos conhecê-las para que possamos ter discernimento para tirar o lado positivo e negativo de cada pessoa.
Ninguém é de tudo ruim ou tão somente bom demais. As amizades, relações amorosas que passam em nossas vidas nos acrescentam, engrandecem, nos ensinam, aprendem, machucam, saem feridas, enfim... toda relação nos faz crescer. E são poucos os que conseguem enxergar o que o outro nos ensinou nessa caminhada ao passar por nossa vida! São poucos os que passam ao nosso lado contemplando nossa magia, nosso encantamento, nossos tropeços e “levantos”.
Sabe porquê isso? Pelo simples fato de não olharem na mesma direção que nós. Muito difícil uma relação de amizade, de namoro, de casamento dar certo quando as duas pessoas não estiverem olhando para a mesma direção. As relações ficam insuportáveis quando um olha para o outro com o olhar decidido a perceber imperfeições. As falhas são apontadas como um triunfo de vencido e vencedor e esquecem que os erros fazem parte da vida.
Sabemos que as relações, sejam quais forem, são trabalhosas, as diferenças incomodam, o convívio é desafiador. Mas é preciso olhar com amor, pois esse não se preocupa com detalhes, não repara o imperfeito, e assim, o que seria uma história de dor com nenhum amor vira uma história de amor com alguma dor.
E para que você possa se doar ao outro a ponto de sair de sua visão e querer enxergar com o outro, é necessário que você saia de seu comodismo de uma visão única e controlável e queira dividir sua caminhada com pessoas que valham a pena, que irão te engrandecer e perceber que mesmo nas diferenças o AMOR prevaleve!



